A nação pára, perplexa!
Os trabalhadores guerreiam na grande selva de pedra. Oh Brasil; pátria amada?
"Talvez", diz o proletário exaurido
de tanto gastar suas forças para gerar capital;
enquanto isso a burguesia enriquece em cima da mais valia.
Somos guerreiros, amamos a pátria, sim!!!
Mas os carrascos se corromperam no planalto
e as armas da nossa milícia é o manifesto.
Será os votos nulos uma resposta?
Ou talvez protestos seguidos de quebradeira?
Brasil, o escárnio da humanidade;
escarnecem de nós os países do exterior.
E a vergonha é companheira do nosso dia a dia.
País de poucos ricos e muitos pobres.
Culpamos a quem?
Ao bicho-homem; animal racional,
porém mais sagaz que um leão na caça.
Resta a nós clamar aos céus por causa da desgraça... buscando talvez um pouco de graça.
"Manifesto Proletário" 17/10/2016 Gabriel Meiller Nunes
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